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Estratégias de PI e TT em Biotec no segundo dia de atividades do XII Fortec no Rio de Janeiro

A Estratégia de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologias na Biotecnologia é o tema que abre o segundo dia de encontro do XXII do Fortec. A capacitação ficou a cargo do doutor em Biotec, Camilo Ansarah, da University of Southern Califórnia, nos Estados Unidos, com mais de oito anos de experiência em transferência de tecnologia, passando por instituições federais, estaduais e hoje um centro privado nos Estados Unidos. “A experiência que eu tenho lá fora pode ser aplicada aqui no Brasil, mesmo com mecanismos e legislações diferentes. Desta forma é importante aprendermos hoje o que eu trago para a palestra e aplicar de acordo com a realidade de cada local no país”, afirmou.

 

“Buscar capacitação para inovar”. Estratégia fundamental, que trouxe o Pró-reitor de Pesquisa Inovação e Pós-Graduação do Instituo Federal Sul Rio Grandense, Vinicius Martins, ao Fortec. “O IFES está pelos menos uns quatro anos atrasado em inovação. Temos o objetivo de nos equiparar as instituições de ponta e aqui eu me atualizo com estes profissionais”, destacou.

Encontro que também atrai os estudantes de pós-graduação em CT&I. Fernanda Reis é mestranda do PROFNIT e busca atualizações tanto na legislação, como boas práticas em transferência de tecnologias. “Quero analisar como as instituições estão se organizando em torno do novo marco legal, como são as práticas em transferência de tecnologia e com isso contribuir para a implementação na UFRJ”, destacou.

Entre os desafios da transferência de tecnologias no Brasil, o pesquisador destaca tanto a desburocratização da legislação,como o aumento do investimento em CT&I: “o Brasil tem um capital intelectual  humano maravilhoso, pessoas super competentes. Porém pelas próprias conversas que mantenho com os profissionais brasileiros, o gargalo, são as políticas de inovação, que precisam ser ajustadas para que não imperrem o desenvolvimento da inovação e o próprio investimento, seja nos escritórios, nas universidades e institutos de pesquisa para que geremos tecnologias de qualidade superior e tenhamos recursos para desenvolvê-las”, finalizou.

 

FONTE: http://fortec.org.br